Como ser uma boa mãe solteira: 9 dicas para acertar na criação dos filhos

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É pensar e estar com ele no meu pensamento 24 horas por dia. É me preocupar, é sentir esse medo, acho que até mesmo um medo de perder. Gerar, parir, criar, maternar. É viver entre o tal instinto materno, o amor incondicional, a responsabilidade vivida sozinha e compartilhada também. Entre as noites mal dormidas da maternidade real, a carga de cuidar e a carreira profissional. Mas entre tantas semelhanças e diferenças, cada uma sabe as dores e as delícias de colocar e educar uma criança nesse mundo. Só elas sabem da culpa e do orgulho também. A gravidez, sempre muito sonhada, veio de surpresa.

Esses dias perguntamos no nosso perfil no Instagram blogjustrealmoms o que nossas seguidoras gostariam de ler aqui no blog. Quando se tem filhos, na maioria das vezes, os pais naturalmente se dividem de acordo com suas próprias personalidades: um acaba sendo mais mole e bonzinho e o outro faz o papel do mais rígido. A psicóloga e escritora Dra. Olga Tessari. É preciso cuidar de si, tem que ter tempo de ir ao cabeleireiro, ler um livro, sair, copular novas pessoas, se relacionar e mesmo assistir novela. Os filhos têm que ser criados para ter independência e o filho mais velho nunca deve ser tratado como o pai dos menores, caso a mulher tenha restante crianças em casa. Aprenda a viver sozinha. Dê tempo ao tempo e esteja aberta.

Algumas pessoas endeusam o pai ausente que nunca se preocupou com nada disso. Diz-se uma sociedade reformada, onde a mulher revoluciona, tem seu espaço, compete profissionalmente, faz coisas ao mesmo tempo. Mas ainda esperam que vivamos presas à um casamento, um relacionamento, um macho, para sermos felizes. Concordo que algumas se tornam iscas perfeitas, cuidam do corpinho e do visual ou ressaltam sua personalidade , e esperam ser o objeto perfeito de despesa de caras esbanjadores ou ainda a musa dos sonhos dos inspirados sonhadores.

Endereço para correspondência. O presente estudo teve como objetivo investigar as expectativas de gestantes solteiras sobre o parto e, num segundo momento, os sentimentos destas mulheres quanto à experiência vivida. Destaca-se que o apoio recebido pela parturiente pareceu ser mais importante do que quem prestou tal apoio. Seven single women took part in the study. After birth, negative feelings were also mentioned in relation to the delivery experience, highlighting especially its difficultness. Feelings of satisfaction for the non-confirmation of the negative expectations expressed during pregnancy were also pointed out. The fact of being single did not appear to be necessarily associated to the negative experience of delivery. The support received by women seemed to be much more important than who gave the support. Nesse sentido, diversos aspectos relacionados à presença ou ausência do pai têm sido apontados como importantes, desde o processo da gravidez mesmo o parto e, também, para o desenvolvimento da criança Stern,

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